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A história de Vitória Malita

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Na geração dos netos da Rainha Vitória da Inglaterra, Vitória Malita era filha do duque de Edimburgo, que serviu na marinha britânica na ilha de Malta. Vitória recebeu o nome que homenageava a avó paterna e o lugar de seu nascimento. A mãe, a Gran Duquesa Maria Alexandrovna da Rússia, filha do Czar Alexandre II, foi quem sugeriu o nome.
Na adolescência conheceu um primo de primeiro grau do lado materno, Cyrill Vladimirovich, e a paixão foi avassaladora. Acontece que na Igreja Ortodoxa Russa o casamento entre primos de primeiro grau era proibido. Os dois avós, a rainha Vitória e o Czar Alexandre providenciaram imediatamente para que os dois não se encontrassem mais. Na Inglaterra, a coroa britânica se empenhou e num instante arranjou um casamento para Vitória Malita. Em 1893, aos 17 anos, casaram-na com um primo de primeiro grau do lado paterno, Ernesto Louie de Hesse, uma vez que na Igreja Anglicana, essa proximidade não era nenhum impedimento para o matrimônio. A união foi um fracasso total!
Em 1901, aos 25 anos, 8 anos após o casamento, Vitória Malita pediu divórcio do primo e escandalizou toda a nobreza europeia. Em 1903, a única filha do casal morreu de febre tifóide e em 1905 contrariando as ordens do avô Czar, casou-se com o primo russo por quem tinha se apaixonado ainda menina. Foram expulsos da corte russa e Alexandre II enfurecido com a desobediência dos dois netos, retirou de Cyrill todos os títulos e honrarias. Fugiram para Paris onde se estabeleceram e nasceram suas duas filhas.
Em 1909, depois dos ânimos acalmados, o Czar perdoou os netos e os recebeu de volta. Vitória Malita converteu-se a fé cristã ortodoxa e viveram em Moscou até a revolução russa, quando fugiram para Finlândia, onde nasceu seu único filho homem.
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