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Palavra de noiva: Vanessa Destri

“Eu nunca quis casar, tampouco cultivei a ideia do dia mais especial da minha vida no qual um príncipe encantado me juraria amor eterno. Também nunca gostei dessas convenções sociais e fugi dos meus 15 anos como o diabo foge da cruz; ou seja, eu não tinha sonhos a realizar com relação a isso. Até onde posso dizer, casar também não era parte dos planos do Fabricio, então quando optamos por isso, meu sonho passou a ser ter um casamento que nos refletisse. Felizmente, tive tempo para me jogar de cabeça e adotar o casamento como um projeto. Sendo assim, fiz muita coisa, mas nada (exceto a escolha do vestido, rs) foi decidido sem antes discutir o assunto com o Fabricio.

vestido frente

Sempre que a gente tinha que explicar para alguém o que esperávamos da nossa festa, dizíamos que o casamento dos nossos sonhos era uma reunião com a família e amigos mais próximos (…) e que os convidados se sentissem na casa de alguém íntimo. Uma das premissas era que tivesse uma mesa enorme, para que as pessoas pegassem o que quisessem e quanto quisessem, seja bebida, comida ou sei lá o que. O importante era que todos ficassem à vontade e não se ancorassem numa mesa. Tinha de ser assim.

O casamento foi tomando forma com a ajuda da Vivi Grätz. Aliás, aconteceu algo particularmente engraçado quando a conhecemos. Foi assim: desde que decidimos casar, comecei a fazer umas colagens com várias referências de tudo quanto é coisa que me passava pela mente e gostava, afinal, ainda não inventaram uma forma de capturar nossa imaginação, daí chegou o dia em que fomos conhecer a Vivi e, como de costume, carreguei minhas referências e as apresentei a ela, que logo começou a identificar “ih, isso aqui é meu”, “esse também” várias vezes. Era certo: nossa decor tinha de ser ela e ponto! Várias coisas que tinha selecionado para explicar o que queria tinha saído da cabecinha dela! Quem mais poderia ser?

Outra coisa bem característica do casamento foram as pitadas de caveirinhas, afinal, nos casamos no dia de finados e não poderíamos deixar de fazer um comentário sobre isso. Nós amamos a idéia de casar nesse dia! E não foi escolhido a dedo. Na verdade, foi um feliz acaso.

Acho que o maior desafio foi dar conta de toda a papelaria do casamento. Isso porque resolvi fazer sozinha, em casa mesmo, todo o restante de papelaria depois de ter tido um problema sério com a gráfica que imprimiu os convites. Estudo design gráfico e quis fazer o projeto dos itens impressos, mas não contava com os problemas que enfrentei por conta de descaso e falta de atenção da gráfica com uma coisa tão importante. Fiquei revoltada! Fiz todo o resto sozinha, trabalhei muito, coloquei a mão na massa. E foi aí que eu descobri o que eu amo fazer.

As pessoas já tinham comentado sobre o convite, mas o sucesso de todos os outros detalhes foi maior do que imaginei e isso me motivou a entrar nesse negócio. Criei uma marca de papelaria craft e estou muito feliz em fazer parte de um momento tão único na vida das pessoas. É muito gostoso e a cada projeto que pego fico mais certa de que é isso que quero fazer para viver, rs.

De todas as etapas dos preparativos, guardo comigo a aprendizagem de confiar em mim e reconhecer meu potencial. E também gostei da experiência de me relacionar com pessoas legais, que dificilmente conheceria fora desse contexto. Com tanta exigência, conseguimos formar uma equipe maravilhosa que me deixou segura para aproveitar a festa e ter certeza de que daria tudo certo!”

Seja moderninho case por amor
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